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Filha de associado é destaque em revista do XVII Conafisco



Enviado em 15/03/2017 às 14h13min
 
 
Filha de associado é destaque em revista do XVII Conafisco

Conafisco

Grazille David participou do XVII Conafisco, em Belém, onde foi uma das palestrantes

Filha de Gilvan David, Grazielle David é especialista em questões tributárias no Inesc
Grazielle David é formada em fisioterapia pela UEG, mas quis a vida que ela atuasse em um mercado bem diferente da área de saúde. Hoje assessora política do Instituto Nacional de Estudos Sócio Econômicos (INESC), sediado em Brasília, ela viaja pelo Brasil e o mundo dando palestras e participando de seminários e debates sobre sonegação fiscal, previdência social e outros temas econômicos. Apenas no ano passado, foram 12 viagens ao exterior desempenhando esse trabalho.

A mudança profissional da goiana começou quando ela foi fazer mestrado e doutorado na Universidade de Brasília, em 2012. Ao estudar saúde pública, Grazielle se interessou por pesquisar a respeito das verbas destinadas à saúde, o que a despertou para a área tributária e fiscal. O aprofundamento nas pesquisas foi tanto que ela decidiu abandonar o caminho como fisioterapeuta e se dedicar ao trabalho de orientar as pessoas sobre a importância da fiscalização do uso dos tributos.

Um trabalho próximo ao que o pai dela desempenhou a vida toda. Grazielle é filha do colega Gilvan David, auditor fiscal aposentado e atualmente advogado tributarista. Foi Gilvan, orgulhoso, que trouxe à Affego um exemplar da revista do XVII Congresso Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Conafisco), em que Grazielle é destaque na reportagem de capa, “Sonegação Fiscal atrasa o país”.

Ela participou do XVII Conafisco, em Belém, ocorrido entre os dias 27 de novembro e 1º de dezembro de 2016, e foi uma das principais debatedoras ao lado dos também especialistas na área tributária Eurico Santi, e José Tostes Neto.

Leia abaixo um trecho da reportagem da revista do XVII Conafisco em que Grazielle é destaque:

Contundente, Grazielle David também lembrou que a sonegação fiscal é corrupção e assim deve ser tipificada pela opinião pública e no corpo das leis. E que as elites, por concentrarem tantas riquezas num país desigual como o Brasil, são as maiores responsáveis por sua prática; já os mais prejudicados, os trabalhadores e a classe média.

No círculo vicioso da sonegação, observou a assessora do Inesc, a arrecadação cai, aumentam-se os impostos e cortam-se na outra ponta, como faz o governo atual, os gastos públicos, prejudicando setores essenciais. “E sobre quem vai recair a conta? Ora, justamente sobre os mais vulneráveis, aqueles que precisam da saúde pública e das escolas públicas”, disse Grazielle, num país que ainda aplica 4% do PIB em saúde, por exemplo, enquanto outros aplicam 7%.

 
Fonte/Autoria: Alana Sales • ASCOM AFFEGO

 
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